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Emagrecer Rápido Depois da Gravidez


A gravidez é o momento mais feliz na vida de uma mulher, todas querem saborear a sensação de ser mãe, mas ficar preocupada com o peso extra depois de dar a luz a uma criança é um problema muito comum.Então, quais são as maneiras rápidas de perder peso depois da gravidez? Separamos algumas dicas:

1. Não pare de amamentar 

Atualmente, a maioria das mães não gosta de amamentar seus filhos. Mas é um conceito absolutamente errado. Além disso, a amamentação ajudará você a perder peso depois da gravidez e ao mesmo tempo vai manter sua criança saudável. Está surpresa? A ciência diz que amamentar seu filho desde o nascimento, queima 500 calorias extras por dia. Não é interessante e útil essa maneira rápida de perder peso depois da gravidez? 

2. Tenha calma

Não tente iniciar qualquer forma de perder peso depois da gravidez, espere alguns dias para sua segurança e de seu filho. Tente ingerir pelo menos 1500 calorias por dia, isso vai ajudar você a produzir leite suficiente para seu bebê. Enquanto seu corpo produz leite, ele também vai queimar calorias extras em seu corpo. Então não é uma ideia inteligente parar de comer para perder peso mais rápido, mas sim se alimentar bem para preencher a quantidade de calorias necessárias.

3.  Coma pequenas porções

Em primeiro lugar, a maioria das mulheres não toma café-da-manhã e acham que isso ajuda a perder peso. Mas é um conceito completamente errado. Tome um café-da-manhã reforçado, depois faça apenas algumas pequenas refeições durante o resto do dia. Isso irá fornecer calorias suficientes para o seu corpo sem qualquer gordura extra. 

4. Exercite-se 

Exercícios são a melhor maneira de queimar calorias extras do seu corpo. Mas cuidado! 
Aguarde até 3 semanas antes fazer qualquer exercício depois da gravidez. Comece com alguns exercícios leves e, em seguida, exercícios mais pesados. Nesse tempo você também precisa fazer refeições saudáveis para obter energia suficiente para lutar contra o cansaço.Se você é uma mãe ocupada com a manutenção da sua família, você pode começar a fazer exercícios pela manhã e ir aumentando a intensidade deles dia-a-dia. Certamente isso te ajudará a perder peso após a gravidez.

5. Pense positivo

Não se preocupe com o peso extra após o parto, as vezes pode ser necessário alguns meses 
para retornar ao seu corpo de antes da gravidez

6. Mantenha-se em movimento

Quando estava grávida, você costumava passar a maioria dos dias sentada para a segurança da criança. Agora é a hora de queimar aquelas calorias extras, mas não se esqueça de esperar, no mínimo, uma semana para entrar em movimento. Você pode caminhar pela manhã, fazer seus trabalhos domésticos, etc. Por exemplo, você pode andar 25/35 minutos com um carrinho de bebê para manter seu filho com você. Mas não se esforce muito nos primeiros dias. Estes movimentos extras vão ajudar você a perder peso depois da gravidez.

7. Apoio do seu parceiro 

É muito importante obter apoio suficiente do seu parceiro nesta fase de perder peso depois da gravidez. Como por exemplo, os dois podem ir passear depois do jantar, ao invés de assistir TV. Vocês também podem fazer algum pequeno exercício de manhã. Esse apoio irá ajudá-la a perder peso após a gravidez, e também, a manter uma boa relação com seu parceiro.

8. Coma comida saudável 

Esse é o ponto principal para se perder peso com saúde após a gravidez. Seu corpo precisa obter calorias suficientes para você e para o leite do seu bebê, mas ao mesmo tempo você precisa ficar longe de comidas gordurosas. Emagrecer  com dieta requer mudança de hábito, esforço físico e mental e leva tempo e dedicação, mas existem dietas que perdem peso.Quer Emagrecer Rápido e Saudável então assista o vídeo com dicas inéditas sobre emagrecimento são 40 Melhores DICAS para EMAGRECER em um só lugar.. Esse é o vídeo que está ajudando muito a gente a perder peso.
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O que muda na "ANS" em relação ao parto?


Recebi também um artigo que a Drª Luciana Herrero escreveu sobre a nova norma que no último dia 7 de julho que já teve alteração em menos de 24 horas depois da publicação. Por isso, a Dra. Luciana, pediatra e autora do livro “O Diário de Bordo do Parto” escreveu um artigo sobre o tema para você entender melhor o que mudou e a opinião dela em relação a esse triste cenário. Gostei muito do artigo e vou compartilhar com vocês.

Artigo “Mudanças da ANS sobre parto”
Por Dra. Luciana Herrero, pediatra e autora do livro “O Diário de Bordo do Parto”

Atualmente, no Brasil, o percentual de partos cesáreos chega a 89,9% na saúde suplementar. Na rede pública este número é menor, de cerca de 52% dos partos, sendo que a OMS recomenda que apenas 15% dos nascimentos fossem cesáreas. Uma verdadeira epidemia de nascimentos cirúrgicos. (dados da pesquisa Nascer no Brasil – da FioCruz de 2014).

Apesar de ser uma via de parto cada vez mais segura, e até uma operação salva vidas em alguns casos, a cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê. A mulher que faz cesárea tem três vezes mais chance de morrer do que a que faz parto normal. E o bebê tem 120 vezes maior probabilidade de problemas respiratórios, além do maior risco de desenvolver doenças crônicas na vida adulta e de ter maior chance de o bebê nascer prematuro.

Tudo isso levou o Ministério da Saúde a procurar maneiras de controlar e até reverter esse triste quadro, que nos envergonha internacionalmente. Uma das estratégias foi a publicação pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em janeiro deste ano, uma resolução que estabelece normas para estímulo do parto normal e a consequente redução de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar, que atende a 27 milhões de brasileiras com planos e seguros saúde).

Essa resolução entrou em vigor no dia 7 de julho, terça-feira e, em menos de 24 horas, foi modificada. Vamos entender no que consiste essa resolução e o que mudou:

O que se mantêm:

- Acesso a informação: com as novas regras, as gestantes (consumidoras de planos de saúde) ampliam o acesso à informação, pois elas poderão solicitar às operadoras os percentuais de cirurgias cesáreas e de partos normais por estabelecimento de saúde e por médico.  Essas informações deverão estar disponíveis no prazo máximo de 15 dias contados a partir da data de solicitação, pelo risco de pagamento de multa de até R$ 15 mil. 

Cartão da gestante: passa a ser obrigatório que as operadoras de saúde forneçam o cartão da gestante de acordo com padrão definido pelo Ministério da Saúde, no qual deverá constar o registro de todo o pré-natal. De posse desse cartão, qualquer profissional de saúde terá conhecimento de como se deu a gestação, facilitando um melhor atendimento à mulher quando ela entrar em trabalho de parto. O cartão deverá conter também a carta de informação à gestante, com orientações e informações para que a mulher tenha subsídios para tomar decisões e vivenciar com tranquilidade esse período tão especial.

O que mudou:

Na primeira proposta apresentada o partograma (documento gráfico onde são feitos registros de tudo o que acontece durante o trabalho de parto) estava obrigatoriamente vinculado ao pagamento do parto. E na ausência desse documento o parto só seria pago se o profissional  apresentasse um relatório médico detalhado que justificasse o motivo que levou a não apresentação do partograma (ou seja, o motivo que levou a realização da cesariana). Os planos de saúde só pagariam as cirurgias que fossem consideradas imprescindíveis e estivessem justificadas pelo médico.

Com a modificação da ANS houve uma diminuição na rigidez contra cesárea. Agora, além dos casos citados acima, a cesárea poderá ser paga pelos planos de saúde desde que apresentem um termo Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, assinado pela gestante.

Explicando melhor:
Com a nova mudança o pagamento do parto poderá ser realizado em três condições:
- apresentação do partograma: documento que registra a evolução do parto normal.
- apresentação de um relatório médico que justifica em detalhes o motivo da intervenção cirúrgica
-  apresentação do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, assinado pela gestante (nos casos em que a mulher opte voluntariamente pela cesariana mesmo sem ter indicação clínica). Fonte


Minha opinião sobre o assunto

A ANS foi muito criticada pelos médicos e organizações que defendem o parto normal e as mudanças no Brasil e se defendeu alegando que está apenas garantindo o direito de escolha da paciente, em consonância com o que dispõe o código de ética médica. Ter o direito de escolher sua via de parto e de assumir seus riscos, é algo digno e louvável, que deve ser respeitado.

Contudo, como o próprio nome do termo que ela deve assinar na hora de agenda a cirurgia diz, a escolha deve ser Livre e Esclarecida.

Para ser Livre, a escolha não deve sofrer influência externa e muito menos pressão por parte dos mais esclarecidos no assunto (que possuem interesses pessoais e financeiros). 

Para ser Esclarecida, ela não deve ser derivada de mitos, lendas e preconceitos. Mas, sim, embasada em informações fidedignas, baseada nas mais recentes descobertas da ciência.

E infelizmente, no Brasil de hoje, estamos muito longe de ter mulheres livres e esclarecidas. A maioria das gestantes ainda desconhecem os riscos reais da cesárea. E muitas consideram o nascimento cirúrgico mais seguro, o que de fato não é!  E quase todas acreditam ser a cesárea uma solução mágica para o nascimento, uma maneira prático, simples e cômodo de dar à luz. Essa cultura pró-cesárea é real e muitas vezes incentivada pelo próprio profissional de saúde, a quem a mulher confia e admira. 



Me entristece acreditar que muitas mulheres acabarão assinando o termo não por estarem conscientes. Mas, sim, influenciadas pelo sistema vigente, sem terem a devida informação sobre os riscos que está se colocando, para si mesma e para seu bebê. Para essa crise, não há melhor remédio do que oferecer as mulheres conhecimento. Conhecimento é poder, e o caminho mais seguro para uma brasileira consiga lutar pelo seu sonhado parto normal, e para que não caia na armadilha da cesárea desnecessária, como chamamos por aqui: desne-cesárea!
Como a Drª disse é muito importante que tenhamos o DIREITO de escolher qual tipo de parto teremos, eu sou defensora do parto normal mas por motivos que estavam fora do meu alcance tive que fazer cesária da Sofia, foi tranquilo não tive nenhum problema ou complicação, mas agora mais do que nunca defendo o parto normal mas também defendo a escolha pessoal de cada mãe que sabe o que é melhor pra ela e para o seu bebê seja parto normal ou cesária.

E vocês o que acham da mudança da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar)?
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Gravidez de risco

Essa semana foi super corrida, minha irmã está com 32 semanas de gestação, final de semana passado  ela foi parar no hospital e foi diagnosticada como gravidez de risco, então vim falar um pouquinho sobre o assunto com vocês.



Durante a gravidez é normal surgirem sintomas que provocam desconforto na mulher grávida como náuseas, enjoo, prisão de ventre, dores nas costas, câimbras ou ir muitas vezes ao banheiro, por exemplo. 
A gestação de risco ocorre quando existe qualquer doença materna ou condição sócio-biológica que pode prejudicar a sua boa evolução da gestação. 
Na gestação de alto risco existe risco maior para a saúde da mãe e/ou do bebê.

Sintomas que podem indicar uma gravidez de risco como:
  • Sangramento,
  • Contrações antes do tempo,
  • Verter fluído amniótico antes do tempo,
  • Não sentir o bebê se mexendo mais de um dia,
  • Vômitos e náuseas frequentes,
  • Tonturas e desmaios frequentes,
  • Dores ao urinar,
  • Inchaço repentino do corpo,
  • Aceleração repentina dos batimentos cardíacos,
  • Dificuldades em caminhar.
Quando aparece alguns desses sintomas é importante procurar o médico o mais rápido possível.
Os cuidados a ter na gravidez de risco envolvem repouso, alimentação equilibrada, ingerir os remédios e as orientações que o médico indicar. 

Alguns cuidados são muito importante para ter uma gravidez saudável:

  • Visita regular ao obstetra: Normalmente a gravida de alto risco tem mais consultas pré-natais para que o obstetra possa acompanhar o desenvolvimento e identificar qualquer problema.
  • Alimentação saudável: Uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, vegetais, cereais... é muito importante e deve ser evitado alimentos como frituras, embutidos, café, refrigerantes...
  • Não consumir bebida alcoólica: O álcool aumenta o risco de malformação, parto prematuro e aborto.
  • Repouso: É muito importante cumprir o repouso conforme a orientação do obstetra, é fundamental para evitar que alguma que a gestante tenha piore, até mesmo prevenir uma internação.
  •  Controlar o peso: Na gravidez de risco engordar mais do que o recomendado pode aumentar o risco de complicações.
  • Tomar os remédios prescritos: A gestante deve sempre tomar os remédios prescritos pelo obstetra no horário certo.
  • Não fumar e evitar locais com fumaça de cigarro: O cigarro aumenta o risco de aborto, parto prematuro e malformação além de aumentar o risco de trombose.

Além destes cuidados, é também importante que a grávida de alto risco saiba identificar os sinais de trabalho de parto prematuro, como a presença de corrimento gelatinoso, que pode ou não conter vestígios de sangue, pois o risco de entrar em trabalho de parto antes do tempo é maior nestes casos.
Fonte Tua Saúde
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